I've Been There! // Eu Fui! (Caio Braz - Recife-PE)
Caio tem 21 anos, é de Recife, mora no Rio, mas vive no eixo Rio-NY-Vail-Kona-Salamanca-Recife. É estudante
de Marketing, Geografia, Administração e Hotelaria. É consultor, blogueiro, DJ, promoter e Zeca Camargo nas horas vagas.
O que te fez escolher o Havaí?
O fato de ser um lugar muito exótico e poder trabalhar em um hotel de luxo.
Como era a rotina?
Acordar, trabalhar o dia inteiro, chegar em casa à noite morto de cansado. E aí fazer uma festinha, sair para beber, etc. Nos dias de folga, sempre muita praia e passeios.
E o seu trabalho?
Garçom na beira da piscina. Trabalho muito difícil fisicamente e psicologicamente, temperaturas altas, bastante stress e nível alto de exigência do hotel. Mas aprendi bastante. Que também não nasci para aquilo! ehehehe
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
Makalawena, uma das praias mais belas do mundo. Waikiki é sensacional.
O que te mais surpreendeu lá?
Como os EUA imperam em uma ilha no meio do Pacífico e como tentam americanizar o estado a qualquer custo. E claro, o pôr-do-sol, alucinante.
E o que te decepcionou?
Muitas das pessoas com quem tive que me relacionar no dia-a-dia e situações que fui obrigado a lidar.
O que tornou sua experiência inesquecível?
Algumas ótimas amizades, belos visuais e poder olhar pra trás e dizer: eu já morei no Hawaii.
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
Ir para Oahu, pois é a melhor ilha de todo o estado. As outras são pouco desenvolvidas e há muito pouco o que se fazer.
I've Been There! // Eu Fui! (Isabelle Marques - Rio de Janeiro-RJ)
A Isabelle não sabe se é do Rio ou de Juiz de Fora, mas mora no Rio. Tem 22 anos e estuda arquitetura. Era a nossa baladeira, amante de "esportes radicais".
O que te fez escolher o Havaí?
Escolhi o HI porque via muitas fotos bonitas, e ficava encantada. Tinha um amigo que ia trabalhar lá! Vi que era viável, e porque não ir? E apareceu, logo nessa semana que eu estava empolgada, o Four Seasons na feira da IE. Era o último dia para escolher o empregador. Não pensei duas vezes e deixei para o destino escolher, dentre as outras opções que tinha. Chamaram-me para a entrevista e fui contratada! Muito bom!
Como era a rotina?
A rotina era acordar, se arrumar, e decidir quem ia dirigir o carro, e quem ia com quem...rs. Depois dessas confusões, íamos para o trabalho as 9 e comíamos lá!
E o seu trabalho?
Eu trabalhava na piscina, pegava um sol, treinava bem o inglês! Dava para rir bastante e às vezes ate via baleias pulando no mar! Chegava cansadona em casa, e mesmo assim ia malhar e pegar uma hot tub! Às vezes ia no Wal Mart e na Ross pegar umas promoções de roupas! E fim de semana, claro, tinha o famoso bar Lulu's!
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
O melhor lugar que conheci lá foi Waikiki! Lindo demais! Encantador! As meninas dançando hula nas ruas, as feirinhas e o big sunset!
O que te mais surpreendeu lá?
O que me surpreendeu foi ver neve no Hawaii! Fato!
E o que te decepcionou?
O que me decepcionou foi fazer parasail! (risos) Eu achei que ia ser irado, mas nem friozinho na barriga dava!!!!
O que tornou sua experiência inesquecível?
Foi inesquecível tudo por completo! As pessoas com quem convivi, o trabalho! Ganhar um bom dinheiro, se divertir pacas e conhecer muita gente diferente. Muita coisa fez ser muito bom! As confusões de dividir carro também, que hoje fico rindo, e agradeço por ter história para contar! E pular de pára-quedas foi outra... E tem outra, e mais outra... Não acabam as histórias!
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
Pra quem for pro Hawaii, vai com tudooo!!! auhauhauah. Leve muito protetor solar e não deixe de surfar por causa das rochas, Os vários arranhões valem a pena!!!! É tudo muito bom!!!!!!!!!!! Não se estresse por nada! As coisas “chatas” que possam acontecer, encare como lição, mas aproveite enquanto estiver lá!!! Faça e não se arrependa, só cuidado para não amoecer! Hehe! Alohaaa!!!!!!
I've Been There! // Eu Fui! (Catarina Sofiete - Rio de Janeiro-RJ)
A próxima entrevistada é cheia de estilo e atitude. Uma diva. É a Catarina, de 20 anos, que é estudante de Moda do Rio.
O que te fez escolher o Havaí?
Escolhi o Havaí, por seu um lugar que tem o clima parecido com o do Brasil. Não é estação de esqui como a maioria das outras opções que se tem na feira.
Como era a rotina?
A rotina era bem puxada. Trabalhávamos muito lá, e pelo fato de o único meio de locomoção lá era o carro, tínhamos turnos de manhã e de noite para o pessoal ir da casa para o trabalho. Ficávamos esperando, bastante tempo lá, e perdíamos o dia. Apesar de nos dias de folga descobrirmos a cada dia uma praia maravilhosa, a cidade era meio pacata. Kona tem poucas opções de lugares para se sair à noite, tirando o fato de tudo fechar cedo.
E o seu trabalho?
No meu caso, eu comecei como camareira. Era bastante difícil, por ser um trabalho pesado, e uma novidade. Pois nunca tinha feito nem a minha cama aqui no Brasil. Além de ser bastante desgastante, pois tínhamos vários quartos para limpar, e como os clientes do Four Seasons pagam pelo serviço, tinha que estar tudo perfeito. Mas tinha camareiras muito legais, que nos ajudavam, que viam que não sabíamos, e não se irritavam com a gente. Depois fui transferida para a piscina. Era muito mais divertido, pois lidávamos diretamente com os hóspedes e por cada dia ser um novo dia, uma novidade, novos hóspedes. Eu era como se fosse a "recepcionista" da piscina. Pool attendant, que explicava as regras da piscina para as pessoas, colocava as toalhas, trocava as águas, pois sempre tinha que estar gelada, e fazia os serviços da piscina, que era o passar o evan, que é um spray que refrescava a face das pessoas, passar a cold towel, uma toalhinha enrolada bem geladinha para eles se refrescarem, de vez em quando limpava os óculos de sol, e passava os pepinos com as cold towels, para eles poderem se refrescar e "curtir o melhor do Hawaii ".
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
Como disse anteriormente, a Big Island em si é uma ilha bem pacata, não se tem lugar legal de se sair à noite, mas tem praias lindas, cada uma mais bonita que a outra. Mas o que eu mais me recordo, que mais gostei mesmo, fiquei impressionada foi o Mauna Kea. Um vulcão que em seu topo tem neve. Como pode, no meio daquele paraíso, no meio do inverno um calor incrível, possa haver um vulcão inativo com neve no seu topo, justamente no inverno?
O que te mais surpreendeu lá?
Como disse, o que mais me surpreendeu é o fato de existir neve em pleno Hawaii. Mas descarto o fato o povo havaiano, não ser nada americano. Não é um povo frio, seco, que não esta nem aí para você. É um povo caloroso, sorridente, estilo brasileiro. E como garota, também não descarto o fato de não ter aqueles surfistas havaianos lindos, hahaha.
E o que te decepcionou?
O que mais me decepcionou lá é pelo fato da ilha ser bem pequena mesmo. Resume-se em Hilo, que é o outro lado de onde ficamos e Kona, o centro em si da cidade não ter praticamente nada. Não tem um meio de locomoção tirando o carro, que você é obrigado a ter, não ter esses grandes shoppings, boates, e mais pessoas em si. É como uma cidade do interior mesmo. Não estava esperando por isso, como em O'ahu, uma ilha completamente urbana.
O que tornou sua experiência inesquecível?
O que mais tornou inesquecível nessa viagem foi as pessoas que eu conheci la. E como aprendi a conhecer as pessoas. Disso tiro uma grande lição. Não ficar dependendo de ninguém, nem querer ficar na aba das pessoas. Se fulano faz, eu faço também, e se cicrano acho isso, eu acho também. As pessoas têm que ter personalidade, mas não é apenas uma personalidade forte, é ter a sua opinião e não ter vergonha, medo, seja o que for, de expô-la e temer que aconteçam fatos em relação a isso. Porque quando você menos espera, você se surpreende com coisas que você fez de idiotice. Aprendi muita coisa nessa viagem, e coisas que no inicio batia o pé falando "que ridículo! nada a ver", mas no final, olhamos para trás, falamos: "é, as pessoas estavam certas...".
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
Eu aconselharia aproveitar cada minuto, porque passa. É difícil, tem momentos que você quer voltar, que você quer matar alguém lá, mas quando você volta você olha pra trás, você ri de tudo o que passou e diz: “que saudades!”. É uma experiência maravilhosa, mas a pessoa tem que ter personalidade, não pode ir pela cabeça de ninguém, nem querer aparecer para ninguém. Seja o que você é, e gostem de você pelo que você é, e não pelo o que você aparenta ser.
I've Been There! // Eu Fui! (Karina Faraj - Rio de Janeiro-RJ)
A quarta entrevista é da nossa piloto de fórmula 1 preferida, a Karina, do Rio. Ela tem 22 anos e é formada em Publicidade e estuda Marketing, ou seja, quase uma pilantra profissional!
O que te fez escolher o Havaí?
O fato de quase não ir brasileiros, já que a maioria escolhe lugares de neve para fazer o programa.
Como era a rotina?
A rotina era bastante tranqüila. O Hawaii é muito tranquilo e bastante acolhedor! Além do trabalho, rolavam várias festinhas em bares da cidade e na casa dos amigos.
E o seu trabalho?
Eu adorava o meu trabalho! Eu era hostess do Beach Tree Eestaurant, o restaurante informal do Four Seasons Hualalai! Os colegas de trabalho eram hilários, os hóspedes educados, todos os dias da semana rolava música ao vivo (o que era o máximo!), e também tinha hula dancer durante 3 dias na semana. O trabalho era pesado aos sábados, pois era a noite do barbecue ( era um buffet para mais de 400 pessoas, uma loucura!), e eu ainda tinha que ficar cuidando das crianças nesse dia, eu era a "smors girl", ou seja, a garota marshmallow! rsrs... Fora isso, era muito legal!
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
Na realidade, eu gostei de tudo lá!!! Cada lugar que eu conheci, teve uma história, um momento especial!!! Mas, vou citar alguns dos meus favoritos: Waipi'o Valley, Makalawena, Kua Bay, Mauna Kea...
O que te mais surpreendeu lá?
As pessoas e as belezas naturais! Lá todo mudo é educado, de bem com a vida. O lugar é realmente paradisíaco.
E o que te decepcionou?
O custo de vida alto! Lá realmente é tudo muito caro, desde o aluguel da casa à água que a gente bebe.
O que tornou sua experiência inesquecível?
As amizades que eu construí. Isso fica para sempre. Você aprende a respeitar mais os outros, a ouvir, a falar com cuidado para não magoar ninguém. Você, sem dúvida nenhuma, cresce e aprende bastante com essa experiência.
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
Aproveite cada segundo, porque o tempo voa e quando você menos perceber acabou. Por isso, curta bastante, faça amigos, dance, dê gargalhadas, chore, pois, é inesquecível cada segundo! Tô indo de novo esse ano, e espero que seja uma experiência tão maravilhosa quanto à última!
I've Been There! // Eu Fui! (Vinicius Dias - Vitória-ES)
A terceira entrevista é do Vinicius (Call-me-Vinny ou Vinilicious para os íntimos), de Vitória. Ele tem 21 anos e é estudante de Relações Internacionais e Ciências Sociais.
O que te fez escolher o Havaí?
Pelo lugar, uma oportunidade única de conhecer o Hawai'i.
Como era a rotina?
A rotina era a melhor do mundo, apesar das confusões e brigas por causa dos horários. Era acordar por volta das 8:30 para ir trabalhar, dependendo do dia, saíamos às 16:00 ou às 22:00. Nas folgas, ir às praias para mergulhar e tomar um sol, ir para piscina e à academia.
E o seu trabalho?
O trabalho era um pouco pesado às vezes, principalmente aos sábados, mas era tudo muito legal de se fazer, os amigos que fiz foram ótimos.
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
É difícil escolher um lugar mais bonito no Hawai'i, é tudo maravilhoso.
O que te mais surpreendeu lá?
TEM NEVE NO HAWAI'I!!!!
E o que te decepcionou?
Algumas brigas desnecessárias.
O que tornou sua experiência inesquecível?
A experiência em si a torna inesquecível.
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
I've Been There! // Eu Fui! (Bárbara Barone - Belo Horizonte-MG)
Na segunda entrevista, conheçam a Bárbara de BH, estudante de Engenharia Civil, a nossa amada matraca-oficial.
O que te fez escolher o Havaí?
Escolhi o Hawaii porque amo frio mas não conseguia me imaginar trabalhando no frio. Só para passear. E amo muito a praia e não moro perto... Achava que as pessoas iam ser bem legais também. Algumas foram sim, claro (risos), mas acho que me fechei muito também... Não sou tão estressada quanto fui durante o intercâmbio...
Como era a rotina?
Minha rotina era doida... Trabalhava pouco e ganhava menos e era feliz porque passeava bastante. Depois comecei a trabalhar muito, enlouqueci e aproveitei menos... Triste!
E o seu trabalho?
Meu trabalho... Quando fui contratada, eu fui designada para 3 colocações, e acabei ficando com a que menos queria no início. Comecei como housekeeper e depois fui transferida para busser no café da manhã de um dos restaurantes do resort (Pahu’i a). Bom, os empregadores querem aproveitar o máximo de você, do seu trabalho, e do seu potencial e é para isso que você estará lá. Dá para aproveitar muitoooo com tudo isso, crescer e adquirir responsabilidade e força de vontade. Vale à pena!
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
Conheci o lugar mais lindo da minha vida, South Point, e tive a visão mais linda que foi o pôr-do-sol no alto do Mauna Kea, o vulcão inativo.
O que te mais surpreendeu lá?
Tudo... O lugar com praias lindas e pessoas legais junto... Mistura de climas, vegetação (vulcão, praia, neve, etc.) e cultura numa mesma ilha.
E o que te decepcionou?
...um dia acaba! E acaba antes de você fazer muitas coisas que queria e prometeu que ia fazer. Então administrem muito bem o seu tempo durante a viagem. Aproveitem cada segundo.
O que tornou sua experiência inesquecível?
Viver outra vida completamente diferente... Parece um sonho, pois não tem ligação nenhuma com a sua realidade do dia-a-dia habitual no Brasil...
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
Meu conselho para quem vai viajar: O dinheiro é muito bom e necessário, mas pague para curtir. Não perca as oportunidades que serão únicas e excelentes!
I've Been There! // Eu Fui! (Flávia Dutra - Brasília-DF)
Passados mais de 6 meses do fim do intercâmbio, resolvi fazer entrevistas com o pessoal que foi para o Havaí, para poder ver as impressões do pessoal depois de um tempo e as diferenças de perspectivas de cada um. Começamos com a Flávia, de Brasília, futura diplomata, agente secreto e Charlie's angel.
O que te fez escolher o Havaí?
O Hawaii é o estado americano com uma cultura mais particular, com coisas diferentes do padrão americano que se vê no dia-à-dia tanto por lá, obviamente, quanto por aqui no Brasil. A beleza natural daquele lugar é irreal. Também tem o clima que, particularmente, me agrada mais. Não sei viver no frio. Sem contar com o estilo de vida do hawaiiano: surf, mar, sol, praia e muita natureza.
Como era a rotina?
Minha rotina era acordar e abrir a janela do meu quarto e me deparar com o mar que abraçava a nossa casa. Depois disso, nós quatro nos arrumávamos (pessoas maravilhosas que jamais vou me esquecer) e pegávamos o nosso jipe que um amigo nosso americano (que trabalhava com a gente) nos emprestou durante a nossa temporada. Estávamos sempre bem agasalhadas e com os cabelos presos, porque a ventania no nosso jipe sem capô era surreal. Chegávamos descabeladas no hotel e trabalhávamos o dia todo. Eu trabalhei em dois departamentos, a piscina e o Kids for All Seasons, departamento de recreação para crianças do hotel. Então a minha rotina variava, Quando eu trabalhava na piscina, eu trabalhava das 10 às 17hs. Quando trabalhava no KFAS, das 8 às 17hs. Ou, quando tinha programação pros dois, eu trabalhava 12 horas por dia, pois o departamento de crianças fazia festas noturnas, caça aos tesouros até mais tarde. Era quando eu voltava rica, porém dentro de um caixão. De noite tínhamos festinhas caseiras com vizinhos reclamões ou íamos para o "Lulu's" o bar mais famoso da cidade, pois era o único!
E o seu trabalho?
Na piscina eu tinha que "run food". Levar e trazer a comida pros hóspedes. Da cozinha pra mesa, da mesa pra cozinha. Dessa forma eu pude atender estrelas de cinema como Sarah Michelle Gellar e seu lindo marido Freddie Prinze Jr. Ainda me lembro bem do frenesi que senti quando recebi o pedido na cozinha e já sabia que aquela era a mesa deles. Só Deus sabe como entreguei um "lobster club" para ele (sanduíche de lagosta) e um prato de sushi pra ela. Os meus joelhinhos se batiam e o meu inglês virou lenda no momento que eu entreguei a comida. Só não foi pior do que o dia que eu tive que atender o Dave Grohl do “Foo Fighters" e sua família, eu errei o pedido todo, mas ele disse: "Don't worry, everything is okay". Só faltei desmaiar nos braços dele e pedir pra ele casar comigo.
No KFAS, eu brincava de ping pong, desenhava, fazia colar de conchinha, comia batata frita, sorvete, assistia filme, nadava na piscina, levava as pestes pra escalar montanha e andar de canoa. Além disso tudo, a gente ainda alimentava as arraias da piscina de água natural do hotel. De noite tínhamos caça ao tesouro, "movie under the stars" no anfiteatro do hotel com direito a hot dog e sorvete. Enfim, o hotel pagava pra que eu passeasse pelo resort de havaianas e uniforme.
Qual o melhor lugar que você conheceu lá?
Todos os meus days-off foram incríveis. A montanha Mauna Kea que de tão alta neva foi linda de se conhecer. Eu, Vitinho e Paty fomos no nosso jipe aberto. Mais uma vez com uma incrível parafernália de roupas, cobertores e muita reza brava para não morrer de hipotermia. Quanto mais subíamos montanha, mais chegávamos perto das nuvens. Isso não é exagero. Lá em cima tudo era branco e até um snowboard improvisado fizemos.
As praias eram belíssimas, todas tinhas tartarugas e baleias. A mais linda é a Green Sand Beach em que a areia é realmente verde. No meio do nada, onde só se chega com carro 4x4. Lá foi filmado alguns episódios de LOST.
A ida ao vulcão Kilauea também foi incrível. O engraçado foi que o fluxo de saída de lava aumentou muito dias depois que os brasileiros deixaram a ilha. Deve ter sido para festejar a nossa saída de lá.
O que te mais surpreendeu lá?
A beleza do lugar, sem dúvidas.
E o que te decepcionou?
A dificuldade de viver em grupo.
O que tornou sua experiência inesquecível?
O Hawaii podia ser lindo o que fosse, mas não seria o que foi se não fossem as pessoas maravilhosas que conheci por lá. Todos que me ajudaram e mostraram a real importância de uma viagem como essa.
O que você aconselharia para as pessoas que vão viajar esse ano?
Escolha bem com quem você vai viajar, morar e trabalhar. O resto a vida vai fazer por você.
Taina - Postado em: 28/10/2008 Muito boa sua idéia de fazer as entrevistas! Parabéns! E a Flávia mandou muito bem na entrevista dela! =]]
karina - Postado em: 16/10/2008 Ameiii!!!! Está de Parabéns Vitinho!!!!
A flavinha mandou muito bem... concordei com tudo oq ela falou...saudade demais de vcs!!!
Quero ver a minha entrevista aí, hein?! rs
bjusssssss
Maria - Postado em: 16/10/2008 aeaeae, adorei a série nova! ficou bonito =)
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Vídeos
Vídeo do Marcelo, segundo colocado no concurso WEUSA Vídeo na categoria diversão.
Vídeo da Flávia, segundo colocado no concurso WEUSA Vídeo na categoria experiência de trabalho.
1. Matchbox 20 - How Far We've Come Música que traz mais lembranças.
2. Jordin Sparks - Tattoo A música que mais tocava nas rádios.
3. Sara Bairelles - Love Song Hit que cresceu muito durante a viagem.
4. Alicia Keys - No One Começou grande depois deu uma sumida.
5. Flo Rida feat. T-Pain - Low Sucesso no cinema, nas rádios, no Lulu's, no Ocean's, Ohana's, lá em casa...
Taylor Swift - Teardrops On My Guitar Fez sucesso no começo depois sumiu.
Natasha Bedingfield feat. Sean Kingston - Love Like This Sean Kingston - Take You There Sean Kingston feat. Paula Deanda - There's Nothin' Presença freqüente nas rádios. Sean Kingston é muito popular nas rádios de Pop e Hip Hop.
Colbie Caillat - Bubbly Mesmo caso da No One. Mas eu enjoei dessa. Mas vai ser sempre a música das viagens de avião.
John Mayer - Say Sempre tocava, mas enjoei dessa também.
Outras músicas que marcaram:
1. 38 Special - Caught Up In You Tocava toda sexta à noite no programa de clássicos do rock.
2. Sister Hazel - Mandolin Moon Eu sempre ouvia na rádio. Geralmente no fim da tarde.
3. Amy Winehouse - Tears Dry On Their Own Pati e Caio. A cara dos dois.
4. I Nine - Seven Days Of Lonely Música que tava começando a estourar.
5. Jason Mraz - The Remedy Outra que tocava sempre na rádio a tarde.
John Cougar Mellencamp & Me'Shell Ndegeocello - Wild Night Geralmente ouvia quando ia limpar a casa e ligava a tv no canal anos 90.
Maroon 5 - Sunday Morning Muito popular entre os brasileiros. A cara da Karina.
Richard Marx - Don't Mean Nothing Primeiro hit do Richard que tocava sempre na rádio.
Uncle Cracker - Follow Me
Tocou na rádio quando eu voltei pra casa depois do último dia de trabalho.
Q-Feel - Dancing In Heaven Música do filme Girls Just Wanna Have Fun que a gente viu em DVD. Muito brega esse filme...
Lombard Street de cima pra baixo. Dá pra ver a Oakland Bay Bridge do outro lado. Esse trecho da rua é conhecido por ser o com maior número de curvas do mundo. Na primavera a rua fica toda florida assim:
Chinatown
Union Square
Market Street
e a Golden Gate Bridge. Visitei a Academy of Arts University também, mas não podia tirar fotos por ter muitos trabalhos dos estudantes expostos.
De Los Angeles peguei o tal do AMTRAK pra ir pra Santa Barbara. Que trenzinho leso! Demorou 3 horas pra chegar lá. Se eu tivesse ido de ônibus levava a metade do tempo. Bom, a cidade é linda. Muito organizada, limpa, cheia de lojas de grife (como não podia deixar de ser, estamos na terra do consumo). A UCSB é muito bonitinha também, mas não tinha nada de interessante pra mim...
As ruas de Santa Barbara.
Na UCSB (University of California in Santa Barbara). Aqui todo mundo anda de bicicleta. Eu tava lascado se tivesse que estudar lá...
Em Los Angeles eu fiquei hospedado em Santa Monica. No Hawaii a temperatura tava em torno dos 30 graus, e chegando lá na Califórnia a temperatura estava em torno de 12 graus. Demorou um pouco pra acostumar... Tinham me dito que a cidade era de difícil locomoção, feia e suja. Com certeza esse pessoal nunca andou pelo Brasil porque eu achei tudo o contrário.
Santa Monica é linda, cheia de lojas, cafés e restaurantes nas calçadas com canteiros de flores. A noite tem muitos artistas de rua se apresentando.
Visitando a UCLA. Ao redor do campus da universidade é cheio das casas das fraternidades (aquelas das letrinhas gregas) que a gente vê em filmes e seriados americanos (é só o que passa na tv e no cinema mesmo).
Campus da UCLA
Um cemitério no meio da universidade? Não! É um protesto dos estudantes contra a ocupação do Iraque.
Um esquilo! Lindo. O primeiro que eu vi no campus.
Hollywood. A pior parte da cidade. Totalmente desinteressante. Hollywood Blvd. é onde tem a calçada da fama, cheia de estrelas com artistas que eu nunca ouvi falar (e olhe que eu "conheço" muitos artistas) e de lojinhas de souvernir vagabundos bem R$1,99. Valeu pela curiosidade...
Depois de sair de Kona, próxima parada, Honolulu, na ilha de Oahu.
Alguma das ilhas do Hawaii. Não sei precisar exatamente qual.
Oahu.
Honolulu
As ruas da capital do Hawaii. Linda a cidade, mas muito, muito cara e lotada de japoneses.
International Market Place
Hard Rock Cafe
Waikiki
Hanauma Bay. Praia linda que fica a meia hora de Honolulu. Praia de preservação ambiental. Custa 5 dólares pra entrar e exige-se que se veja o vídeo (ridículo de tão brega) sobre a formação da baía e sobre a fauna que nela habita. Praia perfeita pra quem gosta de snorkel e observar os peixes, arraias, enguias, polvos, etc.